O ácido linoleico, é um tipo de ácido graxo essencial da família ômega-6. Ele recebe esse nome, porque o corpo humano não consegue produzi-lo sozinho, ou seja, é necessário obtê-lo através da alimentação.
Esse nutriente é fundamental para a saúde celular, para o equilíbrio hormonal, para a pele e o funcionamento do sistema imunológico.
Mesmo sendo da mesma família do ácido araquidônico, o ácido linoleico tem uma função mais estruturante, atuando na formação das membranas das células, e na produção de eicosanoides.
Ou seja, são substâncias que ajudam a regular as inflamações, a pressão arterial, e até a função plaquetária.
Principais funções do ácido linoleico
Embora o termo “gordura” cause dúvidas, o ácido linoleico, é uma gordura boa. Veja onde ele atua:
- Formação e integridade das membranas celulares
- Produção de energia e manutenção do metabolismo saudável
- Equilíbrio do sistema imunológico
- Prevenção de doenças cardiovasculares, quando consumido de forma equilibrada
- Hidratação e elasticidade da pele
Além disso, o ácido linoleico, participa da síntese de outros compostos importantes, como o ácido araquidônico, que também tem papel regulador em inflamações.
Onde encontrar ácido linoleico?
Você pode consumir esse nutriente, por meio de alimentos comuns do dia a dia. As principais fontes são:
- Óleos vegetais: óleo de girassol, milho, soja e cártamo
- Oleaginosas: nozes, castanhas, amêndoas
- Sementes: linhaça, chia, gergelim
- Abacate e seus derivados
- Carnes e ovos (em menor quantidade)
Em alguns casos, o ácido linoleico também está presente em suplementos, principalmente na forma de CLA (ácido linoleico conjugado), muito procurado por quem busca redução de gordura corporal, e melhora na composição corporal.
Consumo em equilíbrio é fundamental
Apesar dos benefícios, o excesso de ácido linoleico, pode ser prejudicial, especialmente se vier de óleos refinados e frituras.
O ideal é manter o equilíbrio, entre os ômega-6 e os ômega-3, pois o desequilíbrio, pode gerar inflamações silenciosas no organismo.
A dica é dar preferência a fontes naturais e integrais, como sementes e oleaginosas, e equilibrar com boas fontes de ômega-3, como chia, linhaça e peixes.
Fontes:
revistadoilct, alice.cnptia.embrapa em pdf e rbne




